O agora não passa de um segundo.
Tudo muda, tudo é passageiro.
Cada sentir é menos profundo.
A cada passo vai-se menos ligeiro.
Ganho o calo de nada dar certo,
Arrasto-me no meu rumo pelo deserto.
Deixo-me andar neste meu embalo,
Mais um passo, mais um calo.
Conquistando um segundo perfeito,
No seu braço deixo-me adormecer.
Abandonando o passo de corrida
Lá fiquei, pela linha de partida.
Sem comentários:
Enviar um comentário