É num desespero que a gota de água salgada desce pelo rosto.
Num aliviar da dor... em silêncio.
Escondendo os fantasmas dos quais não me livro.
Evitando o grito, pois o seu som incomoda.
O grito, o expressar da tormenta...
Incomoda.
Por isso o grito escorre pelo rosto,
Num aliviar em silêncio... a dor.
sábado, 17 de março de 2012
Devaneio por Palavras: Irremediável
Decorei a cor dos teus olhos,
O tom da tua voz,
O esgar do teu sorriso...
Que irremediável afecto é este?
Em mim entrou de repente.
Em mim teima ficar.
Que dor é esta?
Doi mas quero sentir.
Doi e não quero largar.
E de que me serve fugir?
Se choro porque perto.
Se choro porque longe.
Decorei a cor dos teus olhos,
O tom da tua voz,
O esgar do teu sorriso...
E lembrar como esquecer?
Não consigo.
O tom da tua voz,
O esgar do teu sorriso...
Que irremediável afecto é este?
Em mim entrou de repente.
Em mim teima ficar.
Que dor é esta?
Doi mas quero sentir.
Doi e não quero largar.
E de que me serve fugir?
Se choro porque perto.
Se choro porque longe.
Decorei a cor dos teus olhos,
O tom da tua voz,
O esgar do teu sorriso...
E lembrar como esquecer?
Não consigo.
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