Habituo-me ao vazio de uma rua cheia de gente. Eu sinto-me a mais, uma estranha somente. E eu pertencendo a lado algum, expulsa de lado nenhum, despejada aqui com os demais, sinto que fugi. De quê? De quem? Descubro que fujo de mim, de quem nunca compreendi. Não há como fugir assim.
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