Por amor contra mim fui,
Num acto que repudio
Pratiquei o desamor.
E mói o meu coração, dói.
Por amor,
Pedra deixei ser meu coração,
Gelo era o meu sangue
Num segundo de in-decisão.
E choro eu agora,
Já não chora quem protejo...
Mas esta tristeza mata-me
Em cada segundo que não te vejo.
Todos quero defender.
Depois de te salvar, deixar-te ir,
Quem é agora a sofrer?
Quem é agora a rir?
Dorme bem, meu bem,
Que a Mãe te dê protecção.
Sei que não te pude ajudar,
Que cada dia do meu sofrer,
Seja um de alegria no teu viver.
Eva Sêco Lima
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