Relembro-te tantas vezes, todos os dias.
E eu pequenina e tu me surpreendeste?
Pegaste na minha flauta e tocaste melodias...
"Eram de quando eu era pastor!", disseste!
Sonho tantas vezes contigo!
Fico perplexa, pois estás ali comigo!
Imagino-te de volta a tua casa...
Pego na tua mão e levo-te para lá
E a tua casa volta a ser o meu abrigo.
Foste meu avô e foste meu pai.
Não consigo fazer teu luto,
Confesso não saber se o quero fazer...
Tenho demasiado medo de te deixar ir... De te perder.
Eva Sêco
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